Sobrevivente do Holocausto tem história eternizada pelo Museu de Anne Frank

Sobrevivente do Holocausto, Frida Kornbluth faleceu na semana passada. Ela tinha 12 anos quando, com sua mãe, foi levada compulsoriamente para um campo de concentração em Moguelov (Transnistria), na Romênia. Ambas sobreviveram à fome, ao frio extremo e ao tifo. Após quase três anos, com o término da II Guerra Mundial, foram libertadas.

Sua história de vida faz parte do conteúdo do Museu de Anne Frank, em Amsterdam, que está disponível aqui (acesse o link).

Seu marido, Moisés Kornbluth, já falecido, também passou por campos de concentração. Trechos valiosos das histórias dos dois estão relatados nos vídeos abaixo, que contêm depoimentos dados por eles para o projeto de preservação da memória de Steven Spielberg. Os arquivos completos estão no site do Yad Vashem.

Frida era irmã de Mina Seinfeld de Carakushansky, ativista da comunidade judaica do Rio de Janeiro, e deixa um grande legado de sabedoria e resiliência para seus filhos, noras, netos e sobrinhos.

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